Recentemente assisti o filme Transcendence - A Revolução; onde o O Dr. Will Caster (Johnny Depp) é o mais influente pesquisador no campo da inteligência artificial, ele trabalha na construção do primeiro computador com consciência e com emoções humanas. Mas o interessante é que no início do filme mostra como seria nosso mundo sem eletricidade, sem internet e sem telefonia. Será que estamos indo longe demais na dependência da internet?
A visão conservadora do autor Jaron Lanier me fez lembrar de um tempo recente em que poucos podiam desfrutar do luxo de possuir um PC em casa, nem se pensava ainda em ter uma conexão à internet. Neste mesmo período, pessoas enriqueciam as gravadoras e as indústrias comprando milhões de CD's e Videocassetes, e a produção artística era limitada a uma parcela pequena de autores bem sucedidos ($$$), enquanto outros pequenos ou iniciantes precisavam assaltar um banco (por assim dizer) para colocar seu trabalho na mídia. Seria um retrocesso voltar a este tempo, acredito que novas condições e novos contextos de consumo da produção de artefatos culturais exigem também novas percepções sobre o uso e sobre a difusão desta produção.
Voltando ao assunto da internet humana, acho que precisamos repensar as tecnologias de internet, de forma a utilizarmos as mesmas de uma forma útil, divertida, porém moderada.
A vida continua lá fora, desligue tudo de vez em quando.
A visão conservadora do autor Jaron Lanier me fez lembrar de um tempo recente em que poucos podiam desfrutar do luxo de possuir um PC em casa, nem se pensava ainda em ter uma conexão à internet. Neste mesmo período, pessoas enriqueciam as gravadoras e as indústrias comprando milhões de CD's e Videocassetes, e a produção artística era limitada a uma parcela pequena de autores bem sucedidos ($$$), enquanto outros pequenos ou iniciantes precisavam assaltar um banco (por assim dizer) para colocar seu trabalho na mídia. Seria um retrocesso voltar a este tempo, acredito que novas condições e novos contextos de consumo da produção de artefatos culturais exigem também novas percepções sobre o uso e sobre a difusão desta produção.
Voltando ao assunto da internet humana, acho que precisamos repensar as tecnologias de internet, de forma a utilizarmos as mesmas de uma forma útil, divertida, porém moderada.
A vida continua lá fora, desligue tudo de vez em quando.
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